Um cão enche o coração de amor

 Desde os oito anos que tenho cães. O meu primeiro amigo de quatro patas foi um Schnauzer. Sete anos depois chegou a minha loira, uma Golden Retriever. E, logo no ano a seguir, o nosso primeiro rafeiro foi recebido de braços abertos em nossa casa. Por isso durante uns quantos anos tivemos três cães. Quando o Faísca partiu, já com 13 anos, custou-nos imenso, mas a Dharma e o Malibu ainda se tinham um ao outro. Infelizmente no Verão passado tivemos de nos despedir do nosso Malicas, que não resistiu à epilepsia, e a Dharma ficou sozinha.
 A 22 de Fevereiro deste ano a nossa loira fez 11 anos e cada vez estava mais preguiçosa, por isso os meus pais decidiram arranjar-lhe companhia novamente (não só para ela, mas também para eles!). Foi assim que o Torrão, um Podengo pequeno, entrou nas nossas vidas no dia 22 de Abril. 


 Agora a Dharma tem não só o Campeão, o meu cão e do Luís (com quem está aos fins-de-semana), mas também um cachorrinho que deve ver nela uma espécie de mãe. Está apenas há seis dias em casa dos meus pais e já passa a vida encostado à loira. Ela ainda não brinca com ele, mas deixa-o enroscar-se na sua cauda, que é muito peluda. Agora ela já está mais espevitada, mesmo que seja porque também quer atenção, e também os meus pais estão muito felizes com o seu novo bebé.
 Ter um cão traz tanta alegria, que só mesmo tendo é que se consegue perceber como é que estas belas criaturas nos enchem os corações de amor. Eles só querem que nós estejamos bem e apenas pedem a nossa atenção.


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